Engenharia Civil

    As Built: o que é, quando é necessário e qual a diferença para um projeto comum?

    O projeto aprovado mostra como a obra deveria ser executada. O As Built mostra como ela realmente ficou.

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    Durante a construção, podem ocorrer alterações de paredes, tubulações, quadros, equipamentos, shafts, níveis, layouts e detalhes. Se essas mudanças não forem registradas, a documentação final deixa de representar fielmente a edificação.

    É justamente essa diferença entre o projeto e a realidade construída que o As Built busca documentar. E é por isso que ele costuma ser procurado em três momentos muito específicos: antes de uma reforma, durante um processo de regularização e quando a manutenção de um edifício, de uma clínica ou de uma indústria depende de saber onde as coisas realmente estão.

    O que significa As Built?

    “As Built” significa, em tradução direta, “como construído”. É a documentação técnica que representa a situação efetivamente executada da obra ou da instalação, e não a solução que havia sido prevista em projeto.

    Um trabalho de As Built pode registrar uma ou mais disciplinas, conforme o serviço contratado:

    • Arquitetura.
    • Estrutura.
    • Instalações elétricas.
    • Instalações hidrossanitárias.
    • Climatização.
    • Prevenção e combate a incêndio.
    • Infraestrutura e redes externas.
    • Outras disciplinas específicas do empreendimento.

    Não existe um pacote único: o escopo depende do que precisa ser documentado e da finalidade pretendida.

    As Built é um tipo de projeto?

    O As Built utiliza as mesmas ferramentas de representação de um projeto — plantas, cortes, detalhes, diagramas, modelos, memoriais e registros —, mas o objetivo é diferente.

    O projeto de concepção normalmente orienta a execução: ele define o que será feito. O As Built documenta o resultado executado: ele descreve o que foi feito. Por isso, ele não substitui o projeto executivo, e o projeto executivo não substitui o As Built.

    Qual a diferença entre projeto original e As Built?

    Comparativo entre o projeto original e a documentação As Built.
    Projeto originalAs Built
    Solução previstaSituação real conhecida
    Posições planejadasPosições finais
    Dimensões propostasDimensões efetivamente executadas
    Equipamentos especificadosEquipamentos instalados
    Redes previstasRedes existentes
    Antecede a obraDocumenta as alterações realizadas

    Por que uma obra pode ficar diferente do projeto?

    Divergências entre projeto e execução têm origens variadas, e nem todas indicam improviso:

    • Alteração solicitada pelo cliente durante a obra.
    • Incompatibilidade entre disciplinas descoberta na execução.
    • Mudança de equipamento ou de fornecedor, com dimensões e requisitos diferentes.
    • Interferência com elementos estruturais.
    • Ajustes de obra decorrentes de condições encontradas no local.
    • Mudanças analisadas e aprovadas ao longo da execução.

    Isso não significa que alterações possam ser feitas sem controle técnico. Mudanças relevantes devem ser avaliadas pelos responsáveis pelas disciplinas envolvidas e devidamente documentadas — o As Built é o registro final desse processo, não uma forma de legitimar improvisos.

    Toda mudança de obra precisa entrar no As Built?

    O As Built deve representar as informações relevantes da condição final, conforme o escopo definido para a documentação. Pequenas variações sem impacto relevante podem ser tratadas de forma diferente de alterações que mudam o entendimento da edificação, como:

    • Mudança de posição ou supressão de parede.
    • Alteração de traçado de rede.
    • Quadro elétrico deslocado.
    • Tubulação reposicionada.
    • Equipamento substituído por outro modelo ou capacidade.
    • Mudança de nível.
    • Alteração em elemento estrutural.

    O nível de detalhamento esperado deve ser definido no escopo antes do início do trabalho, para evitar expectativas diferentes entre quem contrata e quem executa.

    Como é feito um As Built?

    A metodologia varia conforme a disciplina, a complexidade e a documentação disponível, mas o fluxo conceitual costuma seguir estas etapas:

    1. 1.Reunir os projetos e documentos existentes.
    2. 2.Levantar em campo a condição executada.
    3. 3.Comparar projeto e realidade.
    4. 4.Identificar e listar as divergências.
    5. 5.Atualizar desenhos e modelos.
    6. 6.Validar as informações levantadas.
    7. 7.Emitir a documentação final, com identificação de revisão e responsável.

    O que é levantamento As Built?

    O levantamento é a etapa de coleta de informações no local. Ele pode envolver:

    • Medições de ambientes, aberturas e níveis.
    • Inspeções visuais e técnicas.
    • Registro fotográfico.
    • Conferência de equipamentos instalados.
    • Identificação de quadros e circuitos.
    • Traçado aparente de tubulações e eletrodutos.
    • Consulta a documentos, projetos antigos e registros de obra.

    É possível fazer As Built depois que tudo está fechado?

    Sim, mas pode haver limitações. Quando as instalações estão ocultas em paredes, pisos, forros ou shafts fechados, nem sempre é possível determinar todo o traçado com certeza apenas por inspeção visual.

    Nesses casos, pode ser necessário recorrer a projetos antigos, registros de obra, inspeções complementares, equipamentos de detecção, ensaios ou abertura localizada, conforme a necessidade e a autorização do proprietário.

    As Built arquitetônico

    O As Built arquitetônico documenta a edificação como ela se apresenta hoje e pode registrar:

    • Paredes e ambientes existentes.
    • Dimensões e áreas.
    • Aberturas, portas e janelas.
    • Níveis e desníveis.
    • Implantação no terreno.
    • Fachadas.
    • Alterações executadas em relação ao projeto anterior.

    É a base mais comum para reformas, ampliações e para os estudos iniciais de processos de regularização.

    As Built estrutural

    No caso da estrutura, o registro deve ser feito com cautela. É possível documentar informações conhecidas sobre pilares, vigas, lajes, elementos estruturais aparentes e alterações executadas.

    As Built elétrico

    O As Built elétrico pode registrar quadros, circuitos, pontos, equipamentos, alimentação, diagramas, infraestrutura conhecida e alterações executadas. É especialmente útil para manutenção, expansão, diagnóstico e reformas em empresas, clínicas e indústrias.

    Os critérios que orientam essa documentação são os mesmos que estruturam o projeto elétrico — carga, divisão de circuitos, proteções e infraestrutura. Se você ainda está na fase de concepção, vale ler antes o artigo sobre projeto elétrico residencial e comercial.

    Por que As Built elétrico é importante para manutenção?

    Imagine um quadro com 30 circuitos e nenhuma identificação confiável. Sem documentação, qualquer manutenção futura exige rastreamento, testes, interrupções e investigação — com tempo e custo que poderiam ser reduzidos.

    Com documentação atualizada, a equipe consegue entender melhor a instalação antes de intervir. Isso não elimina a necessidade de testes e verificações em campo, mas reduz a incerteza inicial.

    As Built hidrossanitário

    No hidrossanitário, o As Built pode registrar redes de água fria e quente, esgoto, ventilação sanitária, prumadas, caixas, registros, equipamentos, reservatórios e demais instalações existentes conhecidas.

    Para entender o que essas redes precisam prever desde a concepção, veja o artigo sobre projeto hidrossanitário.

    Por que saber onde passam os tubos é importante?

    Antes de furar uma parede, abrir um piso, instalar um equipamento ou reformar um banheiro, é importante conhecer as instalações existentes. Documentação confiável reduz a necessidade de intervenções exploratórias, embora não elimine verificações em campo.

    As Built de climatização

    Pode registrar equipamentos, tubulações frigorígenas, drenos, dutos, alimentação elétrica e a posição das unidades internas e externas. É particularmente relevante em clínicas, escritórios, lojas, edifícios e instalações técnicas, onde a troca de equipamentos é frequente.

    As Built de prevenção contra incêndio

    Conforme o escopo, pode registrar a condição executada dos sistemas: hidrantes, sinalização, iluminação de emergência, alarme, tubulações e equipamentos. É uma documentação técnica da situação existente — não uma aprovação.

    A aprovação dos sistemas junto ao Corpo de Bombeiros segue procedimento próprio, com projeto e vistoria específicos, tratados em Segurança e Corpo de Bombeiros.

    As Built e BIM

    O As Built também pode ser desenvolvido em modelo BIM, reunindo geometria, equipamentos, propriedades e disciplinas em um único ambiente de informação. Isso pode facilitar a operação, a manutenção, futuras reformas e a gestão de informações do empreendimento.

    As Built é obrigatório em toda obra?

    Não existe uma resposta nacional única. A obrigação pode decorrer de contrato, exigência de órgão público, requisito do cliente, procedimento de entrega do empreendimento, norma específica aplicável, tipo de empreendimento ou exigência administrativa.

    Mesmo quando não há obrigação formal específica, a documentação da condição executada costuma ser tecnicamente muito útil — sobretudo em edificações que passarão por manutenção contínua ou por intervenções futuras.

    Obras públicas usam As Built?

    Em contratos de obras públicas, é comum que a entrega inclua documentação final do que foi executado. O que exatamente será exigido depende do contrato, do edital, das especificações técnicas e dos requisitos do órgão contratante — não de uma regra universal aplicável a todos os contratos.

    As Built e regularização são a mesma coisa?

    Não. O As Built documenta a situação existente. A regularização busca adequar e documentar essa situação perante os órgãos competentes — Município, Receita Federal e Registro de Imóveis, conforme o caso.

    O As Built pode ser uma das bases técnicas do processo, mas não conclui, sozinho, nenhuma regularização.

    As Built serve para conseguir Habite-se?

    Pode fazer parte do processo em determinadas situações, especialmente quando é necessário representar a edificação conforme executada. Mas não é correto afirmar que As Built é igual a Habite-se: o Habite-se, ou documento municipal equivalente, depende do procedimento previsto na legislação de cada Município.

    Construí diferente da planta. Preciso de As Built?

    Frequentemente será necessário primeiro entender e documentar as diferenças existentes. O levantamento e a documentação As Built ajudam a identificar:

    • Aumento de área construída.
    • Alteração de paredes e de compartimentação.
    • Mudanças de layout.
    • Ampliações executadas.
    • Alterações nas instalações.

    Somente depois desse diagnóstico é possível verificar se as alterações podem ser regularizadas conforme as regras aplicáveis.

    As Built é útil antes de uma reforma?

    Sim — e talvez seja aqui que ele mais evita retrabalho. Antes de reformar uma edificação existente, é importante conhecer a arquitetura, a estrutura, as instalações, os equipamentos e as interferências existentes.

    Quanto pior a documentação de partida, maior a incerteza do novo projeto — e maior a chance de surpresas em obra, que normalmente aparecem como aditivos, atrasos e soluções improvisadas.

    Reforma sem projeto existente: por onde começar?

    1. 1.Levantamento da edificação.
    2. 2.Documentação da situação existente (As Built).
    3. 3.Diagnóstico técnico.
    4. 4.Desenvolvimento do novo projeto.
    5. 5.Compatibilização entre as disciplinas.

    A etapa de compatibilização é o que impede que estrutura, elétrica e hidráulica colidam entre si na reforma — assunto tratado em detalhe no conteúdo sobre compatibilização e no escopo de Projetos de Engenharia.

    As Built é importante para clínicas?

    Sim, especialmente quando existem diversas instalações convivendo no mesmo ambiente: elétrica, hidráulica, climatização, gases, rede lógica, equipamentos e sistemas de incêndio.

    Clínicas costumam alterar layout e equipamentos com frequência. Cada mudança não documentada aumenta a distância entre o que está no papel e o que existe no local — e é justamente essa distância que encarece a próxima intervenção.

    As Built é importante para indústrias?

    Sim. Em ambiente industrial podem existir equipamentos, painéis, máquinas, tubulações, infraestrutura de utilidades e processos que sofreram alterações sucessivas ao longo dos anos.

    Uma documentação desatualizada dificulta futuras intervenções, manutenções e ampliações. Esse tipo de apoio técnico está previsto em Indústrias e Empresas.

    As Built é útil em compra de imóvel?

    Pode ser útil como informação técnica, ajudando a comparar a documentação existente, a planta e a condição efetivamente construída. Mas não deve ser confundido com uma due diligence completa: ele não substitui a análise da matrícula, a verificação da regularidade municipal, inspeções específicas nem a análise jurídica da operação.

    Posso fazer As Built apenas com uma planta antiga?

    Não. Uma planta antiga pode servir de referência e acelerar o trabalho, mas para chamar a documentação de “situação executada” é necessário verificar a condição existente no local. Trocar a data e a legenda de um projeto antigo não produz um As Built.

    O que deve constar em um As Built?

    Depende do escopo contratado. Conforme o caso, a documentação pode conter:

    • Plantas atualizadas.
    • Cortes e fachadas.
    • Detalhes construtivos.
    • Diagramas de sistemas.
    • Identificação de sistemas e equipamentos.
    • Níveis e dimensões verificadas.
    • Informações técnicas e notas explicativas.
    • Registro de revisões e das limitações do levantamento.

    Como controlar revisões?

    Documentação sem controle de versão gera confusão rapidamente. É importante que cada arquivo identifique versão, data, alterações realizadas, responsável técnico e histórico — por exemplo: “Projeto executivo — Rev. 02” e “As Built final — Rev. 00”. A nomenclatura exata pode variar conforme o padrão adotado pelo contratante ou pelo escritório.

    Quem pode elaborar As Built?

    Atividades técnicas devem ser executadas por profissionais habilitados, dentro de suas atribuições profissionais. Dependendo da atividade e do sistema profissional envolvido, haverá registro de responsabilidade técnica na forma de ART (Confea/CREA) ou RRT (CAU).

    Saber operar um software de CAD ou BIM não é o mesmo que ter atribuição para assumir a responsabilidade técnica pela documentação produzida.

    As Built precisa de ART ou RRT?

    Quando o serviço configura atividade técnica sujeita ao conselho profissional, deve existir a correspondente responsabilidade técnica, conforme a atividade executada, o profissional envolvido, suas atribuições e a regulamentação aplicável. A forma de registro e a descrição da atividade devem ser verificadas caso a caso junto ao conselho competente.

    Quanto custa fazer um As Built?

    Não existe preço nacional aplicável a qualquer edificação. O esforço técnico varia conforme:

    • Área e número de ambientes.
    • Disciplinas incluídas no escopo.
    • Existência e qualidade dos projetos anteriores.
    • Nível de detalhamento exigido.
    • Quantidade de instalações ocultas.
    • Necessidade de levantamento em campo e de investigações complementares.
    • Complexidade e finalidade da documentação.

    Quanto tempo demora?

    Também não há prazo universal. O tempo depende do tamanho da edificação, das condições de acesso, do número de disciplinas, da documentação disponível, da necessidade de inspeções, da qualidade das informações encontradas e do formato final entregue (2D, BIM ou ambos).

    Principais erros em As Built

    Apenas copiar o projeto original

    Reaproveitar o arquivo antigo sem verificação produz um documento que não representa a edificação — e induz o próximo projetista ao erro.

    Não visitar a obra

    Sem levantamento em campo não há como afirmar qual é a condição executada.

    Presumir instalações ocultas

    Desenhar um traçado que não foi confirmado transforma suposição em informação aparentemente confiável.

    Não registrar mudanças relevantes

    Alterações de parede, rede, nível ou equipamento precisam aparecer na documentação final.

    Usar arquivos desatualizados

    Trabalhar sobre uma versão antiga faz o retrabalho reaparecer no projeto seguinte.

    Não controlar revisões

    Sem versão, data e responsável, ninguém sabe qual arquivo vale.

    Não identificar limitações do levantamento

    O que não pôde ser confirmado deve estar explícito na documentação.

    Produzir documentação sem objetivo definido

    As Built para manutenção, para reforma ou para regularização podem exigir níveis de detalhe distintos. Sem finalidade definida, o escopo tende a ficar insuficiente ou excessivo.

    Exemplo prático: reforma de clínica

    Uma clínica será ampliada. Existem projetos de cinco anos atrás. Desde então, foram alterados paredes, equipamentos, ar-condicionado, pontos elétricos e trechos da hidráulica.

    Se o novo projeto utilizar apenas os arquivos antigos, todas as disciplinas partirão de informações erradas — e as divergências aparecerão na obra, no pior momento possível. O fluxo recomendado é: levantamento → As Built → novo projeto → compatibilização.

    Exemplo prático: casa antiga

    Casa construída há 20 anos, sem projeto confiável. O proprietário pretende ampliar, regularizar e reformar. Nesse caso, pode ser necessário primeiro:

    1. 1.Levantar a edificação existente.
    2. 2.Documentar a situação atual.
    3. 3.Identificar as limitações do levantamento.
    4. 4.Comparar o levantamento com a documentação municipal existente.
    5. 5.Desenvolver os novos projetos a partir de informações verificadas.

    Como a MasterGeo pode ajudar

    A MasterGeo atua na documentação técnica de edificações existentes, com escopo definido caso a caso:

    • Levantamentos e medições em campo.
    • Documentação arquitetônica da situação existente.
    • As Built de arquitetura e de instalações.
    • Atualização de projetos desatualizados.
    • Compatibilização entre disciplinas.
    • Projetos de reforma e ampliação.
    • Apoio técnico a processos de regularização.

    Elementos ocultos que não puderem ser confirmados sem investigação complementar são tratados como limitação do levantamento e informados na documentação.

    Levantamentos, documentação As Built, projetos de reforma, compatibilização e regularização de edificações existentes fazem parte da nossa área de Projetos de Engenharia.

    As exigências específicas de documentação, responsabilidade técnica e entrega devem ser verificadas conforme o contrato, o órgão envolvido e a regulamentação aplicável a cada caso.

    Perguntas frequentes

    O que significa As Built?

    “Como construído”: documentação técnica que representa a condição efetivamente executada da obra ou instalação.

    As Built e projeto executivo são iguais?

    Não. O projeto executivo orienta a execução; o As Built registra a condição final do que foi executado.

    As Built regulariza uma obra?

    Não sozinho. Ele pode ser uma etapa ou um documento utilizado em processos de regularização, mas não conclui o processo.

    Preciso de As Built para reformar?

    Não existe regra universal, mas é muito útil quando a documentação existente não representa a condição atual da edificação.

    É possível fazer As Built de instalações escondidas?

    É possível documentar as informações confirmáveis. Sistemas ocultos podem exigir investigação adicional e apresentar limitações que devem ser registradas.

    As Built serve para Habite-se?

    Pode ser usado em determinados procedimentos, mas não substitui o documento municipal de conclusão da edificação.

    As Built pode ser BIM?

    Sim. Pode existir um modelo BIM representando a situação executada, desde que alimentado por um levantamento confiável.

    Quem pode fazer As Built?

    Atividades técnicas devem ser realizadas por profissional habilitado, dentro de suas atribuições, com a responsabilidade técnica aplicável (ART ou RRT).

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