Engenharia Civil

    Quais projetos são necessários antes de iniciar uma obra?

    Antes de iniciar uma obra, não basta definir a planta dos ambientes. A execução pode depender de diferentes projetos técnicos que orientam estrutura, instalações, drenagem, segurança e demais sistemas da edificação.

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    A quantidade de projetos necessária varia de acordo com o tipo de construção, o tamanho, o uso pretendido, as características do terreno, as instalações previstas e as exigências dos órgãos competentes.

    • tipo de construção;
    • tamanho e número de pavimentos;
    • uso (residencial, comercial, industrial, saúde, entre outros);
    • características do terreno;
    • instalações previstas;
    • exigências da Prefeitura;
    • exigências das concessionárias;
    • exigências do Corpo de Bombeiros;
    • exigências de outros órgãos competentes.

    Qual é o primeiro projeto de uma obra?

    Na maior parte dos empreendimentos, o planejamento começa pelo projeto arquitetônico, porque é ele que organiza a implantação no terreno, os ambientes, a circulação, as dimensões, os acessos e o uso dos espaços — definindo a relação da edificação com o lote.

    Isso não significa, porém, que todos os estudos comecem exclusivamente pela arquitetura. Antes ou paralelamente podem existir:

    • levantamento topográfico do terreno;
    • sondagem e investigação geotécnica;
    • estudos de viabilidade técnica, urbanística e econômica;
    • levantamento da edificação existente, em reformas e ampliações;
    • análise urbanística e das restrições legais aplicáveis.

    O planejamento inicial deve considerar esses dados. Uma arquitetura desenvolvida sem informações do terreno e das restrições aplicáveis tende a ser revisada depois, com retrabalho para todas as demais disciplinas.

    Projeto arquitetônico

    O projeto arquitetônico define a organização da edificação. Conforme o caso, pode representar:

    • planta baixa dos pavimentos;
    • cortes;
    • fachadas;
    • implantação e situação;
    • níveis;
    • dimensões;
    • acessos;
    • circulação;
    • ambientes e seus usos.

    Ele funciona como base para diversas disciplinas complementares: estrutura, instalações e sistemas partem das definições arquitetônicas para dimensionar seus próprios elementos.

    Projeto estrutural

    O projeto estrutural define os elementos responsáveis por receber e transmitir as cargas da construção até o solo. Conforme o sistema adotado, pode envolver:

    • fundações;
    • pilares;
    • vigas;
    • lajes;
    • elementos de concreto;
    • estruturas em aço;
    • estruturas em madeira;
    • alvenaria estrutural;
    • outros sistemas construtivos.

    O dimensionamento deve considerar informações como a arquitetura definida, os materiais previstos, as cargas atuantes, a geometria da edificação, as características da obra e os dados geotécnicos, quando necessários. A definição da solução estrutural é uma decisão técnica e deve ser tomada com base nessas informações, não durante a execução.

    Sondagem e fundações

    O projeto de fundações precisa considerar as características do solo onde a edificação será apoiada. Dependendo da obra, pode ser necessário realizar investigação geotécnica, como sondagens, para conhecer as camadas do terreno e sua capacidade de suporte.

    O tipo e a extensão da investigação dependem das características da construção, do terreno e da solução estrutural pretendida. Não é correto afirmar que toda obra precise obrigatoriamente do mesmo tipo de ensaio.

    Definir fundação apenas por experiência empírica ou por comparação com obras vizinhas é um risco relevante: solos podem variar em curtas distâncias, e problemas de fundação estão entre as patologias mais difíceis e caras de corrigir depois da obra concluída.

    Projeto elétrico

    O projeto elétrico organiza e dimensiona as instalações elétricas da edificação. Conforme o empreendimento, pode incluir:

    • pontos de iluminação;
    • tomadas;
    • alimentação de equipamentos;
    • divisão de circuitos;
    • quadros de distribuição;
    • dimensionamento de condutores;
    • dispositivos de proteção;
    • aterramento;
    • entrada de energia e alimentação;
    • cargas especiais.

    Projeto hidrossanitário

    O projeto hidrossanitário abrange os sistemas relacionados a abastecimento de água, distribuição interna, esgoto sanitário, ventilação sanitária, reservação e as demais instalações hidráulicas, conforme o empreendimento.

    Dependendo do caso, podem existir ainda sistemas de água quente, pressurização, reúso ou instalações especiais, quando aplicáveis ao uso e ao porte da edificação.

    Projeto de drenagem pluvial

    A drenagem pluvial trata da coleta e condução das águas da chuva. Conforme o caso, pode abranger:

    • coberturas;
    • calhas;
    • condutores verticais e horizontais;
    • áreas externas e pavimentadas;
    • conformação do terreno;
    • dispositivos de drenagem;
    • lançamento ou retenção das águas.

    Projeto de prevenção e combate a incêndio

    Determinadas edificações e atividades estão sujeitas às exigências do Corpo de Bombeiros. Dependendo da ocupação, da área construída, da altura, do risco e do uso, podem ser necessárias medidas como:

    • extintores;
    • iluminação de emergência;
    • sinalização de emergência;
    • saídas de emergência;
    • hidrantes;
    • sistema de alarme;
    • outras medidas de segurança contra incêndio.

    Não existe um limite nacional único de área que defina essas exigências: os requisitos variam segundo a regulamentação do Corpo de Bombeiros competente no Estado onde a obra será executada. Por isso, o enquadramento deve ser verificado antes de fechar o projeto arquitetônico, já que medidas de segurança influenciam saídas, circulações e reservatórios.

    Projetos técnicos e processos junto ao Corpo de Bombeiros são conduzidos pela nossa frente de Segurança e Corpo de Bombeiros.

    Projeto de acessibilidade

    Edificações sujeitas às exigências de acessibilidade precisam considerar essas condições já durante a concepção, e não como adaptação posterior. Conforme o caso, pode envolver:

    • rotas acessíveis;
    • rampas e inclinações;
    • circulações e larguras mínimas;
    • sanitários acessíveis;
    • portas e vãos;
    • sinalização;
    • áreas de aproximação e manobra;
    • outras soluções aplicáveis.

    As exigências não são idênticas para todos os casos: edificações de uso público e coletivo possuem enquadramento próprio, distinto do de uma residência unifamiliar privada. O que se aplica depende do uso da edificação e da legislação incidente.

    Projeto de climatização

    Conforme o empreendimento, a climatização pode precisar ser planejada tecnicamente, e não apenas resolvida com a compra de equipamentos. Isso é especialmente relevante em:

    • estabelecimentos comerciais;
    • clínicas;
    • hospitais;
    • ambientes técnicos e salas de equipamentos;
    • edificações com sistemas centralizados;
    • ambientes com requisitos específicos de conforto ou controle.

    O projeto pode envolver seleção de equipamentos, estimativa de cargas térmicas, distribuição, renovação de ar, drenagem de condensado e a infraestrutura elétrica e civil necessária à instalação.

    Projeto de gases

    Algumas edificações possuem redes específicas de gases, que exigem projeto próprio. Exemplos comuns são gás combustível, gases medicinais e gases industriais. Esse não é um projeto necessário em toda obra — ele decorre do uso e das instalações previstas.

    Em estabelecimentos de saúde, redes de gases medicinais costumam ser analisadas junto aos demais requisitos sanitários pela nossa área de Saúde e Vigilância Sanitária.

    Outros projetos que podem ser necessários

    Dependendo do empreendimento, ainda podem integrar o planejamento técnico:

    • telecomunicações;
    • SPDA — proteção contra descargas atmosféricas;
    • automação;
    • segurança eletrônica;
    • pavimentação;
    • infraestrutura;
    • drenagem externa;
    • paisagismo;
    • acústica;
    • eficiência energética;
    • redes especiais;
    • infraestrutura de dados.
    Projetos mais comuns e sua principal função.
    ProjetoPrincipal função
    ArquitetônicoOrganizar espaços e implantação
    EstruturalDimensionar a estrutura
    ElétricoPlanejar instalações elétricas
    HidrossanitárioPlanejar água e esgoto
    DrenagemControlar águas pluviais
    IncêndioDefinir medidas de segurança aplicáveis
    ClimatizaçãoPlanejar sistemas térmicos e de ventilação quando necessários

    A necessidade de cada disciplina depende das características do empreendimento.

    Preciso de todos esses projetos para construir uma casa?

    Uma residência possui necessidades diferentes de uma indústria, de um hospital ou de um edifício de múltiplos pavimentos. Algumas disciplinas são comuns à maioria das edificações, enquanto outras dependem das características específicas do empreendimento.

    Mesmo em construções residenciais, arquitetura, estrutura e instalações devem ser adequadamente planejadas. O conjunto exato deve ser definido conforme o projeto, o tamanho, as características da edificação, os sistemas utilizados, a legislação municipal e as exigências locais.

    Executar instalações elétricas e hidráulicas sem projeto, decidindo os traçados no canteiro, costuma gerar improvisos difíceis de corrigir e de documentar depois — inclusive em obras pequenas.

    E para uma empresa ou estabelecimento comercial?

    Usos comerciais podem adicionar exigências que não aparecem em uma residência. Conforme a atividade, podem entrar em cena:

    • prevenção e combate a incêndio;
    • acessibilidade;
    • climatização;
    • instalações específicas do processo ou da operação;
    • aprovação sanitária;
    • estacionamentos;
    • acessos e carga e descarga;
    • projetos especiais.

    Tudo depende da atividade exercida e do enquadramento junto aos órgãos competentes.

    E para clínicas e estabelecimentos de saúde?

    Nesses casos normalmente existe maior integração entre arquitetura, instalações, fluxos internos, climatização, gases, elétrica, hidrossanitário, prevenção contra incêndio e requisitos sanitários. Decisões de layout impactam diretamente o atendimento das exigências técnicas.

    Projetos e aprovações para clínicas, consultórios e estabelecimentos de saúde são tratados em detalhe na nossa página de Saúde e Vigilância Sanitária.

    O que é compatibilização de projetos?

    Compatibilizar significa analisar conjuntamente as diferentes disciplinas para identificar interferências antes da execução. É a etapa em que arquitetura, estrutura e instalações são sobrepostas e verificadas como um único conjunto.

    Exemplos de interferências identificadas nessa análise:

    • tubulação atravessando viga;
    • quadro elétrico posicionado em local incompatível;
    • elemento estrutural interferindo em abertura;
    • rede hidráulica conflitante com a solução arquitetônica;
    • equipamento previsto sem a infraestrutura necessária;
    • drenagem incompatível com os níveis definidos.

    Corrigir uma interferência no projeto tende a ser mais simples do que corrigi-la durante a execução, quando já existem elementos construídos, materiais adquiridos e prazos comprometidos. A compatibilização não elimina totalmente a possibilidade de ajustes em obra, mas reduz decisões improvisadas.

    O que é BIM?

    BIM é uma metodologia de modelagem e gestão das informações da construção. Aplicada ao planejamento, pode auxiliar em visualização, documentação, compatibilização, coordenação entre disciplinas, extração de quantitativos e análise das soluções adotadas.

    Utilizar um software de modelagem, isoladamente, não significa trabalhar em BIM. A metodologia envolve processos de trabalho, organização e qualidade das informações do modelo, além das ferramentas empregadas.

    Quem pode elaborar os projetos?

    Projetos, obras e serviços técnicos devem ser elaborados e executados por profissionais legalmente habilitados, dentro de suas atribuições profissionais. Conforme a atividade e o profissional responsável, o registro da responsabilidade técnica pode se dar por ART ou por RRT:

    • ART — Anotação de Responsabilidade Técnica, no Sistema Confea/Crea;
    • RRT — Registro de Responsabilidade Técnica, no Sistema CAU.

    Não é correto afirmar que todo projeto utiliza ART, nem que todo projeto utiliza RRT: depende do profissional responsável e da atividade técnica desenvolvida. As atribuições de cada profissional são definidas pela legislação e pela regulamentação do respectivo conselho.

    O que é ART?

    A Anotação de Responsabilidade Técnica é o instrumento que identifica, para efeitos legais, o responsável técnico por obras e serviços das profissões abrangidas pelo Sistema Confea/Crea. Ela vincula o profissional à atividade contratada e registra as informações essenciais do serviço.

    A ART está prevista na Lei nº 6.496/1977 e é disciplinada por resolução do Confea, atualmente a Resolução Confea nº 1.137/2023.

    O que é RRT?

    O Registro de Responsabilidade Técnica identifica o responsável pelas atividades técnicas no âmbito da Arquitetura e Urbanismo. Sua base legal é a Lei nº 12.378/2010, com a regulamentação editada pelo CAU.

    Aprovação na Prefeitura vem antes da obra?

    Obras sujeitas à aprovação municipal devem observar o procedimento exigido pelo Município. Isso pode incluir análise de projeto, licenças, alvarás e apresentação de documentação técnica.

    Não existe uma regra nacional uniforme sobre esses documentos. Cada Município possui seu Código de Obras, sua legislação urbanística e seus procedimentos administrativos próprios. Antes de iniciar a execução, deve-se confirmar as exigências do Município responsável pela obra.

    Posso começar a obra enquanto os projetos complementares estão sendo feitos?

    Iniciar a execução antes da definição das disciplinas pode gerar alterações de projeto, retrabalho, incompatibilidades entre sistemas, desperdício de material e decisões improvisadas no canteiro.

    Do ponto de vista de planejamento, é recomendável que os projetos necessários estejam suficientemente desenvolvidos e compatibilizados antes das etapas correspondentes da execução. Uma estrutura executada sem os traçados de instalações definidos, por exemplo, tende a exigir adaptações posteriores.

    As obrigações formais aplicáveis à obra, por outro lado, dependem do enquadramento e das exigências dos órgãos competentes — e devem ser verificadas caso a caso.

    Qual a melhor ordem para desenvolver os projetos?

    A sequência abaixo é ilustrativa e ajuda a organizar o planejamento:

    1. Levantamentos e análise inicial

    • características do terreno;
    • levantamento topográfico;
    • legislação urbanística aplicável;
    • programa de necessidades;
    • estudos e documentos existentes.

    2. Arquitetura

    Definição inicial da edificação: implantação, ambientes, circulação e volumetria.

    3. Estudos complementares

    Investigações adicionais, como sondagem, quando necessárias à solução estrutural.

    4. Projetos de engenharia

    • estrutural;
    • elétrico;
    • hidrossanitário;
    • drenagem;
    • demais sistemas aplicáveis.

    5. Compatibilização

    Revisão conjunta das disciplinas e correção das interferências identificadas.

    6. Aprovações

    Conforme os órgãos aplicáveis ao empreendimento, incluindo Prefeitura, concessionárias, Corpo de Bombeiros e demais entes competentes.

    7. Projeto executivo e documentação para obra

    Detalhamento, memoriais, quantitativos e documentos necessários à execução.

    Essas etapas podem ocorrer parcialmente em paralelo e não devem ser tratadas como regra rígida: em muitos empreendimentos, disciplinas avançam simultaneamente com revisões coordenadas.

    Erros comuns antes de começar uma obra

    Construir apenas com a planta arquitetônica

    A planta organiza os ambientes, mas não dimensiona estrutura nem instalações. Decisões técnicas acabam sendo tomadas em obra, sem análise.

    Definir estrutura durante a execução

    A solução estrutural influencia fundações, prazos e custos. Definida no canteiro, dificilmente considera todas as cargas e interferências.

    Deixar elétrica e hidráulica para o instalador decidir na obra

    Sem projeto, não há dimensionamento verificável de circuitos, condutores, proteções e tubulações — e não há documentação do que foi executado.

    Não investigar o terreno quando necessário

    Fundação definida por comparação com obras vizinhas ignora variações do solo que podem gerar patologias de correção difícil.

    Não verificar exigências municipais

    Recuos, taxas, gabaritos e procedimentos variam por Município. Descobrir isso depois pode inviabilizar parte do que já foi projetado.

    Ignorar o Corpo de Bombeiros

    Quando a edificação está sujeita a essas exigências, saídas, circulações e reservatórios precisam ser previstos desde a concepção.

    Contratar projetos independentes sem compatibilização

    Disciplinas corretas isoladamente podem conflitar entre si. Sem análise integrada, as interferências aparecem durante a execução.

    Fazer alterações em campo sem atualizar os projetos

    A documentação deixa de representar a obra real, o que prejudica manutenção, regularização e futuras intervenções.

    Quanto custa fazer os projetos?

    Não é possível apresentar uma tabela de preços genérica, porque o valor depende de fatores como:

    • área da edificação;
    • complexidade técnica;
    • uso pretendido;
    • quantidade de disciplinas envolvidas;
    • padrão da edificação;
    • nível de detalhamento exigido;
    • levantamentos necessários;
    • localização da obra;
    • aprovações envolvidas;
    • condições da edificação existente, em reformas.

    O custo dos projetos deve ser analisado em conjunto com sua função de orientar a execução e reduzir decisões improvisadas durante a obra.

    Como a MasterGeo pode ajudar

    A MasterGeo desenvolve e coordena projetos técnicos para construções, reformas, ampliações e regularizações, entre eles:

    • projeto arquitetônico;
    • projeto estrutural;
    • projeto elétrico;
    • projeto hidrossanitário;
    • drenagem pluvial;
    • acessibilidade;
    • climatização;
    • redes de gases;
    • compatibilização de projetos;
    • modelagem e coordenação em BIM;
    • orçamento e quantitativos;
    • memoriais descritivos;
    • regularização de edificações.

    O desenvolvimento integrado dessas disciplinas é conduzido pela nossa frente de Projetos de Engenharia.

    As exigências de segurança contra incêndio mencionadas neste artigo são definidas pela regulamentação do Corpo de Bombeiros competente, que varia conforme o Estado onde a obra será executada.

    Perguntas frequentes

    Quais projetos preciso para construir uma casa?

    Depende das características da residência e das exigências locais. Arquitetura, estrutura e instalações são disciplinas centrais que devem ser planejadas, e outras podem se somar conforme o caso.

    Projeto arquitetônico é suficiente para iniciar uma obra?

    Ele é fundamental, mas não substitui os projetos técnicos necessários à estrutura e às instalações da edificação.

    Toda obra precisa de projeto estrutural?

    A solução estrutural deve ser tecnicamente definida de acordo com as características da construção. A forma e o nível do projeto dependem do sistema adotado e do empreendimento.

    Preciso de projeto elétrico mesmo em obra pequena?

    As instalações elétricas devem ser tecnicamente planejadas. O escopo e o detalhamento variam conforme as características da edificação.

    O que é compatibilização de projetos?

    É a análise integrada das disciplinas para identificar interferências antes da execução.

    Quem pode assinar um projeto?

    Profissionais legalmente habilitados dentro de suas atribuições, com o respectivo registro de responsabilidade técnica aplicável.

    ART e RRT são a mesma coisa?

    Não. Ambos registram responsabilidade técnica, mas pertencem a sistemas profissionais diferentes e se aplicam conforme o profissional e a atividade desenvolvida.

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